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Conheça os principais programas e ações da Secretaria Especial do Esporte.
Videorreportagens, textos e fotos mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

Informações:  (61) 3217-1875E-mail:O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

                          

Secretaria Especial do Esporte lança websérie com orientações de como elaborar projetos de infraestrutura esportiva

A Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania lançou série de vídeos com orientações sobre infraestrutura esportiva. Por meio do Departamento de Infraestrutura (DIE) da pasta, a websérie apresenta de forma simples como desenvolver projetos eficientes e como elaborar avaliação técnica para construção de instalações, além de orientar sobre contratos para obras e fazer boas escolhas na fase de projeto.

Segundo estudos do IBGE, 62% da população brasileira é sedentária. Assim, o vídeo-piloto aborda a questão do sedentarismo e do estímulo à prática de atividades físicas. No primeiro episódio, gestores municipais irão conhecer os diferentes locais para a prática de esporte, como ginásio, pista de atletismo ou piscinas, identificar as potencialidades dos locais e otimizar a aplicação de recursos financeiros destinados ao esporte.

O vídeo seguinte é voltado para área técnica, com orientações sobre produção de estudos de viabilidade para construção de espaços esportivos. Os aspectos legais que afetam a gestão de implantações de obras de infraestrutura de esporte, particularmente destacados pelo Tribunal de Conta da União (TCU) ou pela Lei 8.666, são os pontos tratados no último vídeo. 

Confira o Manual de Procedimentos para implantação, monitoramento e gestão de infraestrutura de esporte no âmbito da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. 

 Vídeo-Piloto - 

 

Episódio 1 -

 

Episódio 2 - 

 

Episódio 3 - 

Ascom – Ministério da Cidadania
   

Com recursos da Lei de Incentivo, Instituto Ingo Hoffmann oferece atividades físicas a famílias de crianças com câncer

O Centro Infantil Boldrini é um hospital considerado referência no tratamento de crianças do câncer em Campinas, no interior paulista. Em um terreno ao lado, com mais de 6.000m², funciona o Instituto Ingo Hoffmann, uma casa de apoio com 30 chalés, divididos em 10 vilas, fundada em 2005 para receber as crianças e seus familiares, que chegam de todo o Brasil e da América Latina, para alojamento durante o período de tratamento. Desde 2013, contudo, o ambiente foi transformado pela oferta esportiva e de recreação.

“Quando conheci o Instituto, tive a ideia de trazer o esporte e o lazer. Por ser de crianças com câncer, era um local meio triste. No primeiro ano do projeto, equipamos a academia. Hoje temos um professor de educação física responsável pelos adultos e outro pelas crianças, para atividades de lazer”, conta Juraci Moreira, gestor do projeto “Famílias do Instituto em Ação” e ex-atleta olímpico de triatlo. “Com o esporte e o lazer, conseguimos fazer com que, em boa parte do dia, eles consigam se distrair, tirar a atenção da doença”, completa.

Projeto é desenvolvido por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Foto: DivulgaçãoProjeto é desenvolvido por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Foto: Divulgação

O período da manhã é dedicado ao tratamento no hospital, mas à tarde o Instituto funciona a pleno vapor. Os adultos fazem aulas de dança, ginástica, musculação, caminhada, enquanto as crianças participam de jogos de recreação e lazer. “Recebemos muitas famílias carentes que vêm para Campinas para o tratamento, geralmente do Norte e do Nordeste. Muitos contam que nunca tinham visto uma esteira ergométrica, e nós estamos conseguindo mostrar a importância da atividade física”, comemora Moreira.

No local há equipamentos como esteiras, bicicletas ergométricas, bolas de pilates, caneleiras, halteres, equipamentos para ginástica ao ar livre, entre outros, adquiridos em 2013, na primeira edição do projeto, executado com recursos captados pela Lei de Incentivo ao Esporte. Em continuidade desde 2015, a iniciativa é apoiada pela lei federal e recebeu mais de R$ 1,3 milhão ao longo de cinco anos de aportes de recursos. Ao todo, já foram atendidos 462 adultos e 246 crianças.

“Isso não teria nenhuma chance de acontecer sem o projeto. Todas as doações que recebemos são para pagar a manutenção básica. Não teríamos um extra para pagar um professor de educação física e um para recreação”, afirma o gestor. O Instituto Ingo Hoffmann já submeteu à Lei de Incentivo ao Esporte a próxima edição do projeto, para execução em 2020, nos mesmos moldes das edições anteriores. A previsão de atendimento será de mais de 30 crianças e 60 adultos.

Ascom – Ministério da Cidadania

 

Fortaleza recebe primeira edição da Jornada Esporte Cidadão

Para divulgar ações, programas e serviços do Governo Federal que ampliam o acesso ao esporte a todos os brasileiros, o Ministério da Cidadania, por intermédio da Secretaria Especial do Esporte, realiza a Jornada Esporte Cidadão, que percorrerá municípios de diferentes estados do país até dezembro deste ano. A primeira cidade a receber o evento será Fortaleza (CE), nos dias 5 e 6 de setembro, no Auditório Blanchard Girão da Arena Castelão.

O evento é destinado a agentes públicos, empresários e representantes de entidades sem fins lucrativos a fim de orientá-los acerca de aspectos técnicos relacionados ao planejamento e à gestão da infraestrutura de esporte, além de oferecer instruções de como ter acesso aos programas oferecidos pela Secretaria Especial do Esporte. Segundo o secretário especial do Esporte, Décio Brasil, “a Jornada cumpre uma política de Estado de municipalizar serviços públicos. A secretaria busca maior inclusão social, qualidade de vida e desenvolvimento humano por meio do esporte e, através da Jornada, é possível potencializar esse trabalho”.

O diretor do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte, Antonio Alcantara, explica que a ideia da Jornada é, também, municipalizar as políticas públicas de fomento ao esporte. “Queremos que o esporte educacional, de participação e de formação chegue a todos os brasileiros. Neste momento, trabalharemos principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, pois são as que menos possuem projetos beneficiados pela Lei de Incentivo ao Esporte”, explicou.

Nesse sentido, a Secretaria Especial do Esporte busca uma aproximação junto aos estados e municípios para desenvolver ações efetivas em todas as instâncias. A ideia é possibilitar o desenvolvimento de projetos em todo o Brasil que garantam o acesso ao esporte e proporcionar um papel cidadão à sociedade. Em breve serão divulgadas as próximas datas e cidades que receberão o evento.

Jornada Esporte Cidadão
Data: 05.09 e 06.09
Horário: 8h
Local: Auditório Blanchard Girão da Arena Castelão
Endereço: Avenida Alberto Craveiro, 2775, Fortaleza (CE)
Contato: Assessora Jéssica Barz (51) 98262-0964

Ascom - Ministério da Cidadania

Jornada Esporte Cidadão estreia em Fortaleza

Para divulgar ações, programas e serviços do Governo Federal que ampliam o acesso ao esporte a todos os brasileiros, o Ministério da Cidadania, por intermédio da Secretaria Especial do Esporte, realiza a Jornada Esporte Cidadão, que percorrerá municípios de diferentes estados do país até dezembro deste ano. A primeira cidade a receber o evento será Fortaleza (CE), nesta quinta e sexta, dias 5 e 6 de setembro, no Auditório Blanchard Girão da Arena Castelão.

O evento é destinado a agentes públicos, empresários e representantes de entidades sem fins lucrativos a fim de orientá-los acerca de aspectos técnicos relacionados ao planejamento e à gestão da infraestrutura de esporte, além de oferecer instruções de como ter acesso aos programas oferecidos pela Secretaria Especial do Esporte. Segundo o secretário especial do Esporte, Décio Brasil, “a Jornada cumpre uma política de Estado de municipalizar serviços públicos. A secretaria busca maior inclusão social, qualidade de vida e desenvolvimento humano por meio do esporte e, através da Jornada, é possível potencializar esse trabalho”.

O diretor do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte, Antonio Alcantara, explica que a ideia da Jornada é, também, municipalizar as políticas públicas de fomento ao esporte. “Queremos que o esporte educacional, de participação e formação chegue a todos os brasileiros. Neste momento, trabalharemos principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, pois são as que menos possuem projetos beneficiados pela Lei de Incentivo ao Esporte”, explicou.

Nesse sentido, a Secretaria Especial do Esporte busca uma aproximação junto aos estados e municípios para desenvolver ações efetivas em todas as instâncias. A ideia é possibilitar o desenvolvimento de projetos em todo o Brasil que garantam o acesso ao esporte e proporcionar um papel cidadão à sociedade. Em breve serão divulgadas as próximas datas e cidades que receberão o evento.

» Confira os documentos das apresentações da Jornada Esporte Cidadão

 

Jornada Esporte Cidadão
Data: 05.09 e 06.09
Horário: 8h
Local: Auditório Blanchard Girão da Arena Castelão
Endereço: Avenida Alberto Craveiro, 2775, Fortaleza (CE)

Audiência pública na Câmara dos Deputados discute exportação de produtos e serviços esportivos

Foto: Francisco Medeiros/Ministério da CidadaniaFoto: Francisco Medeiros/Ministério da Cidadania

O secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, participou nesta terça-feira (03.09), na Câmara dos Deputados, de audiência pública sobre a exportação de produtos e serviços esportivos brasileiros. O tema, de iniciativa do deputado federal Julio Cesar Ribeiro, foi debatido por representantes do setor produtivo, do Poder Público e da comunidade esportiva.

Na abertura da audiência, realizada pela Subcomissão Especial da Indústria do Esporte da Comissão do Esporte da Câmara, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Esporte (Abriesp), Maurício Fernandez, fez uma apresentação sobre as prioridades do setor e a importância da parceria com o governo federal para levar produtos e serviços brasileiros a outros países.

O secretário Décio Brasil falou em seguida, no painel que reuniu ministérios e órgãos do governo federal, e citou um exemplo recente de mercado potencial: “Participei no mês de abril, em Luanda, do Fórum de Ministros do Esporte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. As autoridades angolanas me procuraram para pedir ajuda do Brasil na construção de uma indústria de produtos e serviços esportivos na África”.

Décio Brasil destacou a importância da parceria entre os diversos órgãos públicos e colocou a Secretaria Especial do Esporte à disposição para ajudar a indústria brasileira. O chefe da Assessoria Internacional do Ministério do Turismo, Thiago Zanini, reforçou a relevância da adoção de políticas públicas integradas: “A Assembleia-Geral da Organização Mundial do Turismo, das Nações Unidas, terá como assunto prioritário o turismo de esporte e de saúde, de bem-estar”.

O coordenador-geral de Turismo e Esporte do Ministério das Relações Exteriores, Rubem Amaral, revelou que está sendo construída uma plataforma, em conjunto com a Abriesp, para internacionalizar os serviços esportivos brasileiros: “O intercâmbio de infraestrutura, de atletas e de treinadores de futebol com a China já é uma realidade”.

Na visão do Ministério da Economia, que contou na audiência pública da Câmara dos Deputados com a participação do subsecretário de Desenvolvimento de Comércio e Serviços, Fábio Pina, há um potencial de exportação, tanto de estrutura, como pisos de quadras e campos de futebol, quanto de profissionais, como treinadores, nutricionistas e fisioterapeutas: “Metade da economia brasileira está no comércio e nos serviços. Exportar esporte é muito mais do que vender jogadores como Neymar”, comparou Pina.

Paulo Rossi – Minstério da Cidadania

Visitas técnicas acompanham projetos com recursos captados pela Lei de Incentivo ao Esporte no Rio de Janeiro

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
O Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte (DIFE), da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, continua realizando visitas técnicas para acompanhar a execução de projetos com recursos captados por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Depois de conferir iniciativas em Brasília e São Paulo, na última semana, entre os dias 27 e 29 de agosto, foram visitados cinco projetos no Rio de Janeiro.
 
Os responsáveis técnicos foram Carlos Eduardo Ilha dos Santos, coordenador-geral da Lei de Incentivo ao Esporte, e Elizete Maria Pinto da Rocha, chefe de Divisão de Avaliação. O objetivo dos encontros é dar visibilidade aos projetos e fortalecer a Política Nacional do Esporte no país. Ao todo, as cinco iniciativas somam o valor de R$ 5,5 milhões, atendendo 3.173 pessoas, sendo 1.290 crianças e adolescentes, 1.720 adultos, 150 idosos e 13 pessoas com deficiências físicas.
 
Os representantes conferiram os trabalhos dos seguintes proponentes:
 
- Serviço Social da Indústria - Departamento Regional do Rio de Janeiro: O projeto Talentos do Tatame 2017 oferece a prática do judô como instrumento de inclusão social, saúde e lazer, a crianças e jovens das comunidades do entorno dos bairros Duarte da Silveira e Castrioto, no município de Petrópolis. A atividade identificou um aluno de cinco anos autista. 
 
- Associação Latina de Desenvolvimento Esportivo, Cultural e Ambiental: O projeto Sem Barreiras visa oportunizar a prática de três modalidades esportivas (atletismo, judô e vôlei) para 150 crianças e adolescentes, com faixa etária entre 7 a 17 anos. A iniciativa atende moradores de comunidades menos favorecidas na região do Sambódromo, utilizando o esporte como uma ferramenta educacional. A coordenadora-geral é Adriana Samuel, medalhista olímpica do vôlei de praia.
 
- Arte, Vida e Esporte sob medida: O projeto RPM 6 prevê a ampliação da oferta de orientação gratuita para prática de atividades físicas, como corrida de rua. As aulas são diárias na orla no Rio de Janeiro, no Parque da Cidade (Brasília) e em Goiânia.
 
- Instituto Reação: O projeto da Reação Escola de Judô e Educação oferece aulas de judô para crianças e adolescentes entre 4 e 23 anos, trabalhando os princípios e valores do esporte com o objetivo de promover a educação e o desenvolvimento humano, além de oficinas educacionais.
 
- Associação Golfe Público de Japeri: O projeto tem o objetivo de oferecer o golfe como um instrumento de inclusão social. Executado em Japeri, divulga a modalidade olímpica numa comunidade carente, dando aos alunos a oportunidade de se desenvolver no esporte. O professor Breno Domingos foi aluno do projeto e hoje lidera o ranking no Rio de Janeiro.
 
 
Ascom – Ministério da Cidadania
 
 

Campanha histórica em Lima mantém hegemonia do Brasil no Parapan

O Brasil desembarcou em Lima, no Peru, com a missão de manter a supremacia nos Jogos Parapan-Americanos e quebrar a marca de 109 medalhas de ouro conquistadas na última edição do evento, em Toronto 2015. Após 11 dias de competições, os atletas superaram todas as expectativas e protagonizaram a melhor campanha de todos os tempos do Brasil no megaevento.
 
O país liderou o quadro de medalhas desde o primeiro dia de provas. E fechou a conta neste domingo (01.09), ao somar um total de 308 pódios, com 124 medalhas de ouro, 99 de prata e 85 de bronze. Do total de medalhas, 287 (93,18%) foram conquistadas diretamente ou contaram com a participação de atletas contemplados pelo programa Bolsa Atleta da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania.
 
Para se ter uma ideia da força do Brasil em Lima, a soma dos ouros dos segundo e terceiro colocados no quadro geral de medalhas, Estados Unidos (58) e México (55), respectivamente, é de 113. As duas nações juntas não seriam capazes de desbancar o Brasil da liderança do Parapan.
 
Foto: Ale Cabral/CPBFoto: Ale Cabral/CPB
 
"Nós estamos muito felizes", comemorou o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado. "O desafio nesse evento era muito grande por várias razões. Primeiro porque os países estão evoluindo bastante. O Chile, a Argentina, o México... E os Estados Unidos vieram mais fortes do que em Toronto. Então, o desafio de se manter em primeiro era grande. Superamos os números de Toronto nesse que certamente foi o Parapan mais difícil que nós já disputamos até agora, por conta da competitividade", analisou o dirigente.
 
Investimento no esporte
 
O sucesso brasileiro em Lima é fruto de trabalho e de investimento. Pela primeira vez os esportistas puderam contar com uma preparação completa no Centro de Treinamento Paralímpico em São Paulo, um dos maiores e mais modernos CTs do mundo. Os atletas nacionais contaram também com o apoio do programa Bolsa Atleta e do Bolsa Pódio. Os bolsistas conquistaram medalhas em 16 modalidades.
 
"Estamos muito contentes com o desempenho nesse Parapan. Nós estamos investindo muito na questão do esporte. Esse é o esforço para buscar cidadania plena para todos os brasileiros. O esporte é uma forma de fazer essa diminuição das desigualdades e fazer com que eles brilhem no esporte para a alegria de todo o Brasil", disse o ministro da Cidadania, Osmar Terra. 
 
Nesta edição dos Jogos Parapan, os atletas brasileiros também tiveram o incentivo da recomposição de orçamento do programa Bolsa Atleta realizada pelo Ministério da Cidadania em 2019. Como parte das ações dos 100 primeiros dias do novo governo, houve um aporte de R$ 70 milhões no programa, o que possibilitou dobrar o número de atletas apoiados pela iniciativa, passando de 3.058 para 6.199.
 
A ação reverteu o corte sofrido no programa no fim de dezembro de 2018. A prioridade na recomposição feita pelo Ministério da Cidadania foi para as categorias de base, como Estudantil e Nacional. No esporte paralímpico, a iniciativa alcançou 15 atletas que representaram o Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Lima: sete deles estão nas seleções brasileiras de basquete em cadeira de rodas, modalidade mais impactada pela ação.
 
"O Bolsa Atleta é uma ferramenta muito importante para o esporte nacional. Ele pega desde a base e vai até o alto rendimento. Essa é a contribuição que o governo federal faz para que a gente possa ter representações de alto nível, como foi no Pan e no Parapan", disse o secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil.
 

Fotos: Divulgação/CPBFotos: Divulgação/CPB

Pódios de bolsistas no Parapan de Lima
 
Atletismo: das 82 medalhas, 77 (93,90%) vieram com bolsistas
Judô: todos os 11 medalhistas era bolsistas
Tênis de mesa: das 24 medalhas, 22 (95,83%) vieram com bolsistas e uma contou com participação de bolsistas na disputa por equipe
Natação: das 127 medalhas, 123 (96,85%) foram conquistadas por bolsistas
Tiro Esportivo: 10 medalhas, 8 (80%) foram de bolsistas
Ciclismo: 8 Medalhas, 5 (62,50%) por bolsistas
Vôlei sentado: 2 medalhas com participação de bolsistas
Halterofilismo: 16 medalhas, 15 Medalhas (93,75%) por bolsistas
Tênis em cadeira de rodas: 1 medalha conquistada por bolsistas
Parataekwondo: 5 medalhas conquistada, 3 (60%) por bolsistas
Basquete em cadeiras de rodas: 1 medalha com participação de bolsistas
Futebol de 5: 1 medalha com participação de bolsistas
Futebol de 7: 1 medalha conquistada
Goalball: 2 medalhas com participação de bolsistas
Bocha: 7 medalhas conquistadas, 6 (85,71%) por bolsistas
Parabadminton: 10 medalhas, 9 por bolsistas (90%) e 1 com participação de bolsista
 
Destaques brasileiros
 
Entre as performances individuais dos atletas brasileiros em Lima, duas chamam a atenção, ambas na natação. Daniel Dias alcançou a inédita marca de 33 medalhas de ouro em 33 provas disputadas em Parapans desde o Rio 2007. Já Phelipe Rodrigues é o competidor que mais ouros vai levar na bagagem de Lima. Ele participou de oito prova. Ganhou sete ouros e um bronze.
 
Daniel Dias chegou a Lima com 27 pódios, sem nunca ter perdido sequer uma prova em Jogos Parapan-Americanos. Nadou seis provas e manteve 100% de aproveitamento. Sagrou-se campeão nos 50m, 100m e 200m livre, 50m costas, 50m borboleta, e revezamento 4 x 100m medley 34 pontos (soma da classificação funcional dos integrantes). Já Phelipe Rodrigues foi o mais rápido nos 50m, 100m e 400m livre, 100m borboleta, 200m medley, ouro nos revezamentos 4 x 100m livre e 4 x 100m medley, e bronze nos 100m costas.
 
Os dois deixaram Lima na manhã deste domingo, ao lado de outros 24 nadadores da seleção brasileira que disputam, a partir de 9 de setembro, o Campeonato Mundial de Natação Paralímpica no complexo aquático do Parque Olímpico de Londres, no Reino Unido. 
 
"Lima é o primeiro estágio dos grandes eventos do ciclo e serve como um excelente termômetro para avaliar nosso planejamento, que foi estabelecido em 2017 projetando os oito anos subsequentes. Tínhamos uma expectativa aproximada do que realmente alcançamos aqui, mas atingimos a meta e superamos a excelente campanha de Toronto 2015", analisou Alberto Martins da Costa, diretor-técnico do CPB e chefe da missão brasileira nos Parapan de Lima.
 
Últimos pódios
 
O último pódio do Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Lima veio com o paulista Lauro Chaman, ouro na prova de resistência no ciclismo de estrada neste domingo (1.09). Foi a terceira medalha dele no evento. Antes, já havia conquistado um ouro na perseguição individual de pista e uma prata no contrarrelógio de estrada.
 
Também no ciclismo, Márcia Fanhani e a piloto Cristiane Pereira conquistaram o quarto pódio em Lima 2019. A dupla foi terceira colocada na prova de resistência de estrada, categoria B, atrás apenas de duas duplas canadenses. Elas já haviam chegado ao pódio no contrarrelógio e na perseguição individual de pista, além do contrarrelógio de estrada.
 
A primeira medalha na prova de resistência do ciclismo estrada neste domingo saiu com Eduardo Pimenta, da classe H3. Ele levou o ouro ao completar o percurso em 2h00min10, com quase três minutos de vantagem para o segundo colocado, o americano Brandon Lyons (2h02min58). O argentino Oscar Biga ficou com o bronze (2h03min17).
 
Na bocha, o Brasil ganhou três medalhas por pares e equipes no encerramento dos Jogos. O ouro veio com a equipe da classe BC3 (Evelyn Oliveira, Mateus Carvalho e Antônio Leme), que superou o Canadá por 4 a 3 no último duelo. Houve, ainda, duas pratas: a equipe BC2/BC1 (Maciel Santos, Natali de Faria, José Carlos Oliveira e Guilherme Moraes) foi superada pela Argentina, assim como a BC4 (Eliseu dos Santos, Marcelo dos Santos e Ercileide Laurinda). A modalidade fechou a participação com sete pódios: três ouros, três pratas e um bronze.
 
No badminton, Ricardo Cavalli e Abinaecia Silva conquistaram o bronze nas duplas mistas SL3-SU5. Já o curitibano Vitor Tavares foi o responsável pela primeira medalha de ouro do último dia de Parapan. O brasileiro venceu o americano Miles Krajewski por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 18/21 e 21/14, e ficou com o primeiro lugar na classe SS6.
 
Histórico do Brasil em Parapans
 
Foi no Rio de Janeiro, em 2007, cidade que nove anos depois sediaria os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que o Brasil dominou pela primeira vez o continente americano no esporte paralímpico. Naquele ano, depois de terminar em segundo lugar as duas primeiras edições dos Jogos Parapan-Americanos, disputados em 1999, na Cidade do México, e em 2003, em Mar del Plata, a delegação brasileira chegou ao topo do quadro de medalhas após conquistar 228 pódios: 83 ouros, 68 pratas e 77 bronzes.
 
O patamar de excelência no maior evento esportivo das Américas manteve-se quatro anos depois, em Guadalajara 2011, quando, apesar de uma diminuição no número de medalhas, o primeiro lugar na classificação do Parapan foi mantido com 197 pódios: 81 ouros, 61 pratas e 55 bronzes.
 
Quatro anos se passaram e em Toronto 2015 a supremacia verde e amarela manteve-se. Na reta final da preparação para defender o Brasil em casa nas Paralimpíadas do Rio, o país rompeu a barreira das 100 medalhas de ouro e garantiu o posto de número um no quadro de medalhas com 257 pódios: 109 ouros, 74 pratas e 74 bronzes.
 
Agora, em Lima, um novo parâmetro foi alcançado, com mais de 120 medalhas de ouro. O próximo Parapan será em Santiago, no Chile, em 2023. Antes, o grande desafio será os Jogos Paralímpicos de Tóquio, no ano que vem.
 
 
Luiz Roberto Magalhães, Mateus Baeta e Breno Barros , de Lima – rededoesporte.gov.br
 
 

Estação Cidadania leva esporte, cultura e assistência social a moradores de Teresina

Teresina, capital do Piauí, ganhou neste sábado (31.08) uma Estação Cidadania, espaço que integra programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação profissional, serviços socioassistenciais e políticas de prevenção à violência. Localizado no Vale do Gavião, região de alta vulnerabilidade econômica e social, o espaço recebeu investimento de R$ 3,7 milhões do governo federal, por meio do Ministério da Cidadania.

Foto: Rafael Zart/Ministério da CidadaniaFoto: Rafael Zart/Ministério da Cidadania

 

Presente à solenidade de inauguração, que contou com a participação maciça de moradores da região, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, destacou que espaços com as Estações Cidadania contribuem para a geração de oportunidades nas áreas do esporte, da cultura e do desenvolvimento social. “A Estação Cidadania garante aos jovens das famílias mais pobres, das periferias, um espaço para praticar atividades esportivas e culturais fora do horário da escola”, afirmou. “Está cheio de talento adormecido que, se não tiver um espaço deste, nunca irá despertar. Além disso, é muito importante para a prevenção da violência e do uso de drogas”, defendeu.

O prefeito de Teresina, Firmino Filho, comemorou a inauguração do espaço. “É uma alegria muito grande receber esta Estação Cidadania tão bonita, que vai atender todo o Vale do Gavião. Esse equipamento, para nós, é fundamental porque permite que os jovens da comunidade possam ter um espaço para lazer, atividades esportivas e culturais, para que possam completar a educação que já é feita em sala de aula”, destacou. Cerca de 100 mil pessoas vivem no entorno da Estação.

Foto: Rafael Zart/Ministério da CidadaniaFoto: Rafael Zart/Ministério da Cidadania

O secretário especial adjunto da Cultura do Ministério da Cidadania, José Paulo Soares Martins, destacou que um dos principais diferenciais das Estações Cidadania é a possibilidade de unir ações de cultura, esportes e assistência social. “É muito importante podermos trabalhar a comunidade de forma integrada em temas que certamente trazem um impacto importante na formação da cidadania, principalmente de crianças e jovens, mas também de outros segmentos da população, inclusive idosos”, afirmou.

Ex-jogador de futebol da seleção brasileira, o secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social do Ministério da Cidadania, Washington Stecanela Cerqueira, ressaltou a importância de as Estações Cidadania estarem localizadas em regiões de alta vulnerabilidade econômica e social. “São exatamente áreas como esta que nós temos de atacar. Dar a oportunidade do esporte para as crianças, tirando das ruas, livrando da drogadição, da bandidagem, é um avanço, tem uma importância muito grande”, comentou.

Foto: Rafael Zart/Ministério da CidadaniaFoto: Rafael Zart/Ministério da Cidadania

Estrutura

A Estação Cidadania Professor Carlos Said conta com um ginásio poliesportivo com arquibancada para até 181 lugares e estrutura para prática de esporte de alto rendimento, área de apoio (administração, sala de professores, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito e sanitário público), academia e estruturas de atletismo.

Moradora do Vale do Gavião, Gracilene Santos acredita que a Estação Cidadania trará diversos benefícios para a população. “Vai ser muito proveitoso, vai estimular bastante os jovens. Estávamos precisando de uma estrutura como esta para desenvolver nossas crianças. Aqui não tinha nenhum tipo de atividade para elas, era preciso ir para outro bairro. Então estou muito feliz e agradecida”, afirmou.

Em 2019, além de Teresina, já foram inauguradas 11 Estações Cidadania no país: Araçatuba (SP), Arujá (SP), Brumadinho (MG), Canindé (CE), Canoas (RS), Cariacica (ES), Floriano (PI), Ponta Grossa (PR), Porto Alegre (RS), Tanguá (RJ) e São Vicente (SP). A meta é inaugurar cerca de 60 Estações até o fim do ano.

“A cada inauguração, a gente vê realmente que há um benefício imediato. A curto prazo, já vemos a criançada utilizando mesmo antes da abertura oficial. A médio prazo, temos uma série de iniciativas que o Ministério da Cidadania está trazendo. E, a longo prazo, é possível garantir uma vida melhor, por exemplo, para uma criança que tiramos da rua ou para jovens que participam de programas de empreendedorismo”, destaca o secretário de Difusão e Infraestrutura Cultural do Ministério da Cidadania, Paulo Nakamura.

Foto: Rafael Zart/Ministério da CidadaniaFoto: Rafael Zart/Ministério da Cidadania

Centro de Convivência da Pessoa Idosa

Também na capital piauiense, o ministro Osmar Terra participou da inauguração do Centro de Convivência da Pessoa Idosa. A unidade possui laboratório de informática, auditório e refeitório. Localizado no Conjunto Jatobá, o centro, que recebeu investimento de R$ 630 mil do governo federal, vai promover oficinas de artesanato, palestras, rodas de dança e canto, entre outras atividades. Cerca de 80 mil pessoas vivem no entorno do local.

No país, mais de 8 mil Centros de Convivência atendem cerca de dois milhões de pessoas. Desses, mais de 413 mil são idosos, o que representa 19,7% do total. Nesses espaços são ofertados os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, que trabalham para fortalecer o convívio familiar e comunitário, a melhoria da qualidade de vida das pessoas idosas e sua inclusão social, prevenindo o isolamento e outras situações de risco.

Assessoria de Comunicação - Ministério da Cidadania

Secretário Décio Brasil se reúne com prefeito do Rio para tratar sobre terreno de futuro autódromo

O secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, se encontrou na tarde desta sexta-feira (30.08) com o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, no Palácio da Cidade, na capital fluminense. O assunto tratado durante a reunião foi a cessão da Secretaria à Prefeitura de um terreno onde há planos para a construção de um novo autódromo, na região de Deodoro. 

Foto: Abelardo Mendes Jr/ Ministério da CidadaniaFoto: Abelardo Mendes Jr/ Ministério da Cidadania

"O prefeito ficou muito contente com o posicionamento da Secretaria Especial do Esporte, que não vê nenhum obstáculo para passar o terreno à Prefeitura do Rio. E, também, com o andamento do processo, que já tem parecer positivo da Consultoria Jurídica do Ministério da Cidadania e está agora com a área de análise de parcerias no Controle Interno da pasta", afirmou Décio Brasil.

Em seguida, o secretário visitou as instalações do Centro Militar de Tiro Esportivo (CMTE), em Deodoro, onde até o dia 2 de setembro está sendo realizada a Copa do Mundo de Tiro Esportivo, com 546 atletas de 70 países. "O CMTE é um dos legados deixados pelos grandes eventos que o Rio recebeu. É sempre gratificante ver tantos atletas de alto nível - e de diversos países - reunidos para uma competição como essa", disse o secretário.

Coronel Andreatta, secretário Décio Brasil e o presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, Durval Balen. Foto: Abelardo Mendes Jr/ Ministério da CidadaniaCoronel Andreatta, secretário Décio Brasil e o presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, Durval Balen. Foto: Abelardo Mendes Jr/ Ministério da Cidadania

Ascom - Ministério da Cidadania  

A força do Bolsa Atleta: equipamentos de ponta garantem sucesso dos brasileiros em Lima

O Bolsa Atleta, em atividade desde 2005, tem credenciais superlativas. Em abril deste ano, após uma recomposição promovida pelo Governo Federal, que incluiu 3.142 novos inscritos, o total de beneficiários atingiu a marca de 6.199 brasileiros. Trata-se do maior programa de patrocínio individual de atletas do planeta. Em seus 14 anos, os investimentos superam a marca de R$ 1,1 bilhão. Com a recomposição, o orçamento do programa para 2019 é de R$ 140 milhões. Ao todo, mais de 26,5 mil esportistas já foram beneficiados e 63,3 mil bolsas foram concedidas.

Mas, é no dia a dia dos atletas que o sucesso do programa se concretiza na prática. Nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019, por exemplo, das 171 medalhas conquistadas pelo Brasil, 141 vieram de bolsistas. Dos 485 atletas da delegação nacional que competiram no Pan, 333 recebem o Bolsa Atleta, sendo que 424, ou 87,4%, já haviam sido contemplados ao menos uma vez em algum momento de suas carreiras.

Nos Jogos Parapan-Americanos, que se encerram neste domingo (1º.09) em Lima, esse cenário é ainda mais contundente. Até a manhã desta sexta-feira (30.08), o Brasil liderava o quadro de medalhas com 222 pódios: 88 medalhas de ouro, 73 de prata e 61 de bronze. Das 222 conquistas, 207, ou 93,24%, tinham a participação de bolsistas.

Nessa matemática do sucesso brasileiro no megaevento esportivo continental alguns fatores são determinantes. E um dos principais diz respeito às condições de treinamento e competição. Sem equipamentos de ponta que os permitam preparar-se no mesmo nível de seus principais rivais no cenário internacional seria impossível ao Brasil chegar a tantos pódios e liderar com folga o quadro de medalhas no Parapan em Lima.

Em algumas modalidades, equipamentos são sinônimos de altos custos. Nesses casos, principalmente, o Bolsa Atleta tem feito a diferença para vários atletas, como é o caso do mesatenista Paulo Salmin e do velocista do atletismo Ariosvaldo Fernandes, o Parré.

Viviane Ferreira Soares, Petrucio Ferreira, Veronica Silva Hipolito, Ariosvaldo Fernandes . Foto: Douglas Magno / EXEMPLUS/CPBViviane Ferreira Soares, Petrucio Ferreira, Veronica Silva Hipolito, Ariosvaldo Fernandes . Foto: Douglas Magno / EXEMPLUS/CPB

“Essa prótese custou 38 mil reais”, conta Paulo Salmin, medalha de ouro no Peru no individual na classe 7 e ouro por equipe na classe 6-8. Nascido com uma má-formação no fêmur da perna direita, ele sempre precisou usar próteses. Mas, quando evoluiu tecnicamente no tênis de mesa, chegou a um nível em que era preciso uma prótese especial, voltada para atletas e que permitisse a ele ter mais mobilidade nas partidas. Assim, em 2014, Salmin investiu tudo o que havia economizado por anos no Bolsa Atleta.

“Eu fui juntando dinheiro do Bolsa Atleta desde as primeiras categorias. Eu passei pela categoria estudantil, nacional, internacional, paraolímpico e Bolsa Pódio. Juntar esse dinheiro foi responsável diretamente por eu ter conseguido algo que eu nem chamo de conforto. É um bem necessário para o alto rendimento”, ressalta.

Aos 42 anos, o paraibano Parré viveu uma situação semelhante no atletismo. Com apenas 18 meses, a poliomielite paralisou seus membros inferiores. Cadeirante, ele encontrou nas provas de velocidade um caminho de sucesso internacional. Em Lima, conquistou o ouro nos 400m, o ouro nos 100m e a prata no revezamento 4 x 100m na classe T53.

“Essa cadeira é uma cadeira de competição, que eu uso para as provas de velocidade. Ela foi adquirida com recursos do Bolsa Atleta”, conta Parré, referindo-se aos R$ 28 mil que investiu no equipamento. “Eu consegui me organizar e consegui juntar minha grana. Sem o investimento que o Bolsa Atleta faz na gente, acho que seria impossível a gente fazer esporte no Brasil”, encerra.

Luiz Roberto Magalhães, Breno Barros e Mateus Baeta, de Lima, no Peru – Ministério da Cidadania

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