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Campanha histórica do taekwondo teve seis bolsistas entre os sete medalhistas
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- Publicado em Terça, 30 Julho 2019 16:43
Sete pódios em oito categorias. O primeiro ouro feminino. Quatro medalhas no último dia de competições. A performance do taekwondo brasileiro foi histórica nos Jogos Pan-Americanos de Lima. Uma performance que tem respaldo direto em investimentos federais. Sete dos oito atletas da modalidade que representaram o Brasil na capital peruana são integrantes do Bolsa Atleta.
Quatro deles (Paulo Ricardo, Edival Pontes, Maicon Andrade e Rafaela Araújo) integram a categoria Pódio, a mais alta do programa da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. Mais dois são da categoria Internacional (Ícaro Miguel e Raiany Fidelis) e uma, Milena Titoneli, pertence à categoria Nacional.
E coube à jovem paulista Milena, de 20 anos, o pioneirismo de se tornar a primeira brasileira campeã dos Jogos Pan-Americanos no taekwondo, na categoria -67kg. "Foram anos de trabalho até essa medalha. Não vai parar aqui. Se Deus quiser estarei nas Olimpíadas de Tóquio em busca de um ouro", disse a atleta, que atribui aos incentivos que recebe a possibilidade de se dedicar com prioridade ao esporte.
"A Bolsa Atleta, o Programa de Alto Rendimento da Marinha e o apoio de meu clube em São Caetano são essenciais", afirmou a atleta, que vai representar o Brasil no fim do ano nos Jogos Mundiais Militares, na China. Sete dos oito atletas da delegação nacional integram o Programa Atleta de Alto Rendimento das Forças Armadas.
No taekwondo como um todo, 240 atletas recebem a Bolsa Atleta. São R$ 3,5 milhões em investimentos anuais, com oito integrantes da categoria Pódio, um na categorias Olímpico/Paralímpico, 160 na Nacional, 41 na Internacional, um na Estudantil e 29 na voltada para atletas da base.
Os outros pódios no último dia de combates se dividiram entre dois atletas da delegação masculina e um da feminina. vice-campeão mundial em 2018, o mineiro Ícaro Martins foi prata na categoria -80kg. "É gratificante participar de uma equipe que fez história. Fico feliz pela evolução que o taekwondo brasileiro tem tido no cenário internacional, não só por uma pessoa ou duas, mas como um todo. Penso que a gente ainda pode mais, que temos condições de feitos ainda mais relevantes", ressaltou Ícaro.
Bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e no Mundial de 2019, o também mineiro Maicon Andrade ficou com o bronze na +80kg. "Estou 100% focado e o Brasil está vindo bem, com resultados de expressão. Descobri que não existe bicho de sete cabeças no cenário mundial", disse Maicon. "Tenho três patrocinadores no momento. A Bolsa Atleta, o Programa Atletas de Alto Rendimento das Forças Armadas (PAAR) e a Petrobras. Sem esses patrocínios não tem como representar o país fora. Eles são fundamentais, assim como todos os profissionais que auxiliam a minha carreira, em uma equipe multidisciplinar que se dedica muito", completou.
Encerrando a noite de conquistas nacionais, a mineira Raiany Fidelis foi a terceira colocada na -67kg. A brasileira lutou quatro vezes. Venceu os dois primeiros combates e perdeu a semifinal contra a colombiana Glória Mosquera, por 23 x 10. Minutos depois subiu ao tablado para brigar pelo bronze e venceu a venezuelana Carolina Fernandez por 7 x 0.
"Os atletas mostraram que a gente está no caminho. Quando as coisas se encaixam - desde a gestão, a parte técnica, o administrativo, os clubes, os treinadores e os patrocinadores -, os resultados aparecem", disse a gerente técnica da confederação da modalidade, a ex-atleta Natália Falavigna.
Histórico
O Brasil chegou a Lima com 14 medalhas conquistadas na história dos Jogos Pan-Americanos. A melhor participação até então havia sido em 2007, nos Jogos do Rio de Janeiro. Na oportunidade, foram quatro medalhas: ouro com Diogo Silva, prata com Natália Falavigna e Márcio Wanceslau, e bronze com Leonardo Santos. Agora, já são 21 pódios na conta.
Nos três primeiros dias de disputas, o Brasil subiu ao pódio com Edival Marques, o Netinho, ouro na categoria -68kg, além de Talisca Reis, prata na categoria -49kg, e do jovem Paulo Ricardo, 22 anos, bronze na categoria -58 kg.
Breno Barros, de Lima - rededoesporte.gov.br
Secretário Washington Cerqueira participa da apresentação do Programa Nacional de Enfrentamento da Criminalidade Violenta
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- Publicado em Terça, 30 Julho 2019 15:15
Balanço dos 200 dias de trabalho da atual gestão da SNELIS tem saldo positivo
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- Publicado em Domingo, 28 Julho 2019 18:56
Triatlo feminino traz o primeiro ouro brasileiro em dobradinha no pódio
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- Publicado em Sábado, 27 Julho 2019 17:28
OURO E PRATA! Brasil conquista as primeiras medalhas nos jogos Pan-Americanos #Lima2019. Luiza Batista venceu a prova feminina do triatlo. E a prata veio em seguida, com Vitória Lopes! Parabéns!! Olha só o vídeo da chegada da Luiza! Que orgulho! pic.twitter.com/AQzRDLUdMN
— Secretaria Especial do Esporte (@EsporteGovBR) July 27, 2019
Ministro e Secretário de Alto Rendimento acompanham abertura do Pan e fase final do tour da tocha em Lima
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- Publicado em Sábado, 27 Julho 2019 04:14
Conversa com atletas da delegação brasileira em Lima, interação com dirigentes nacionais, visita à estrutura de transmissão dos Jogos, participação na reta final do tour da tocha e acompanhamento da Cerimônia de Abertura. A agenda da comitiva federal nos Jogos Pan-Americanos de Lima foi intensa nesta sexta-feira, 26.07, data que marcou o início oficial do megavento continental. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, e o secretário nacional de Alto Rendimento, Emanuel Rego, representam o governo brasileiro na capital peruana.
Os Jogos Pan-Americanos reúnem quase sete mil atletas, de 41 países, em uma disputa de 39 esportes até o dia 11 de agosto. O Brasil conta com uma delegação de 485 atletas, com 249 homens e 236 mulheres, e disputa 49 das 61 modalidades do evento.
No início da tarde, Osmar Terra e Emanuel, ao lado do embaixador do Brasil no Peru, Rodrigo Soares, participaram da fase final do revezamento da tocha, na região de Miraflores. O ministro chegou a conduzir a tocha e parabenizou 13 voluntários brasileiros. Pela experiência que adquiriram aos atuar nos Jogos Rio 2016, eles auxiliam agora a organização do Pan de Lima.
A comitiva passou, também, pelos estúdios da emissora responsável pela transmissão dos Jogos para a televisão aberta no Brasil e esteve com atletas e dirigentes do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Entre os esportistas, conversa com a medalhista de bronze no pentatlo moderno nos Jogos de Londres, 2012, Yane Marques (hoje comentarista), e com Duda Amorim, integrante da equipe campeã mundial de handebol em 2013 e protagonista do ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em 2015.
“Estamos muito confiantes em conquistar o primeiro lugar aqui em Lima também, o que nos garantiria a vaga olímpica para Tóquio”, afirmou Duda. Para ela, o Bolsa Atleta, do governo federal, é um dos fatores essenciais para atingir resultados positivos para o Brasil.
O ministro Osmar Terra salientou que o programa, considerado a maior iniciativa governamental de patrocínio individual do mundo, é uma das prioridades federais. Ele lembrou que nos primeiros 100 dias o ministério ampliou o orçamento do Bolsa Atleta em R$ 70 milhões, o que proporcionou um aumento de mais três mil beneficiários. No Pan, 333 atletas da delegação nacional são contemplados pela Bolsa Atleta. Em dez modalidades, 100% dos atletas são bolsistas.
A tocha dos Jogos Pan-Americanos acaba de passar pela embaixada do Brasil em Lima, no Peru. O ministro da Cidadania, @OsmarTerra, e o embaixador brasileiro Rodrigo Soares seguraram a tocha, que está a caminho do Estádio Nacional de Lima para a cerimônia de abertura do evento. pic.twitter.com/kLZ6erQqEj
— Secretaria Especial do Esporte (@EsporteGovBR) July 26, 2019
Abertura Oficial
A cerimônia de abertura contou com mais de 50 mil pessoas no Estádio Nacional. O evento proporcionou uma amostra do país que os peruanos pretendem mostrar ao continente, numa mistura de cultura, natureza, diversidade e modernidade. O ministro Osmar Terra representou o governo federal e esteve com o presidente do Peru, Martín Vizcarraz. Na sequência, acompanhou as apresentações com o secretário Emanuel Rego. “Os nossos atletas estão preparados e isso é um orgulho. Queremos aumentar o número de medalhas no Pan e também no ano que vem, nas Olimpíadas de Tóquio. Estou otimista de que isso vai acontecer”, ressaltou Terra. Para o secretário, ex-atleta e campeão olímpico do vôlei de praia Emanuel Rego, “o Brasil sempre teve um bom desempenho no Pan e neste ano não vai ser diferente”.
Combate às drogas
O ministro ressaltou ainda que o esporte é um dos principais aliados no combate às drogas e destacou programas realizados por meio da Secretaria Especial do Esporte que envolvem crianças e jovens no contraturno escolar, como o Seleções do Futuro e o Brincando com o Esporte. “Vamos atuar intensamente nesses programas, porque sabemos que o esporte é uma das melhores ferramentas para a prevenção ao uso de drogas. Não queremos nenhuma criança sem atividade esportiva ou artística no contraturno escolar”, afirmou. Além disso, Terra destacou que está em curso um plano de parceria com a Associação Nacional das Universidades Privadas (ANUP) para que atletas tenham acesso ao ensino universitário com bolsas integrais.
Para o secretário nacional de esportes de alto rendimento, Emanuel Rego, estar pela primeira vez em uma competição de porte continental como gestor é desafiador. “A nossa missão aqui é apoiar os atletas e é uma satisfação, fora das quadras, poder ajudá-los e promover iniciativas de fomento ao esporte”.
Jéssica Barz, de Lima, no Peru - rededoesporte.gov.br
Arena Cel. Wenceslau Malta recebe Campeonato Master Internacional de Jiu-Jitsu neste fim de semana
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- Publicado em Sexta, 26 Julho 2019 16:57
A arena Cel. Wenceslau Malta, instalação do legado olímpico do Complexo Esportivo de Deodoro (CED), na cidade do Rio de Janeiro, receberá neste fim de semana (27 e 28.7) o Campeonato Master International de Jiu-Jitsu.
O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ), contará com a participação de 1230 atletas master – com mais de 30 anos – dos seguintes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, Equador, Irlanda, Japão, Holanda, Peru, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos e Emirados Arabes Unidos.
A entrada para assistir ao evento, que será das 8h às 19h, é gratuita.
Ascom – Ministério da Cidadania
Delegação brasileira no Pan tem 333 contemplados pelo Bolsa Atleta
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- Publicado em Quinta, 25 Julho 2019 18:36
Mesmo sem contar com a lista do vôlei feminino, prevista para ser divulgada apenas depois do Pré-Olímpico da modalidade, na semana que vem, a presença direta do Bolsa Atleta nos Jogos Pan-Americanos de Lima já chega a 333 dos 485 atletas brasileiros inscritos na competição continental. O investimento do programa federal no grupo é de R$ 14,6 milhões ao ano. Há um equilíbrio quase perfeito de gênero, com 166 homens e 167 mulheres na lista.
Em termos percentuais, 70% dos atletas de modalidades que atualmente figuram no programa dos Jogos Olímpicos recebem o incentivo da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. Um contingente expressivo, de 68, faz parte da categoria mais alta do programa, a Bolsa Pódio, voltada para esportistas que figuram entre os 20 melhores do mundo em suas especialidades. Os outros estão nas categorias olímpica (83), internacional (95) e nacional (87).
Em dez das modalidades, 100% dos convocados para o Time Brasil são beneficiados. São os casos de badminton, canoagem slalom, canoagem velocidade, ginástica rítmica, ciclismo de estrada, ciclismo de pista, maratonas aquáticas, pentatlo moderno, tiro com arco e triatlo.
Em outros esportes, como boxe, wrestling e tiro esportivo, 100% das mulheres recebem o incentivo. Já na ginástica artística, no remo, na esgrima e no tênis de mesa, todos da seleção masculina estão na relação do Bolsa Atleta. Modalidades entre as mais tradicionais do programa olímpico e com grande número de integrantes, a natação tem 86% dos atletas como bolsistas e o atletismo, 80%.
"Estamos muito contentes. Estamos indo para Lima assistir à Abertura dos Jogos e para os encontros com atletas e dirigentes com muita confiança na equipe brasileira. Dos quase 500 atletas, cerca de 70% recebem a Bolsa Atleta, que nós recuperamos e estamos ampliando, para que tenhamos mais medalhas não só no Pan, mas também nas Olimpíadas de Tóquio. A nossa ideia é que o país se torne uma potência esportiva em várias áreas", afirmou o ministro da Cidadania, Osmar Terra, momentos antes de embarcar para a capital peruana, no fim da tarde desta quinta-feira, 25.07.
"O número expressivo de bolsistas do governo federal na delegação brasileira dos Jogos Pan-Americanos de Lima reforça a importância do Bolsa Atleta como política pública de incentivo ao esporte de alto rendimento. É o maior programa do mundo de patrocínio direto ao atleta e será sempre uma prioridade", destacou o secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil. Por conta de sua participação na Conferência dos Ministros da Juventude e Desporto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Luanda, Décio Brasil não irá ao Pan, mas já confirmou presença em Lima durante os Jogos Parapan-Americanos, que começam em 23 de agosto.
"Vamos ter um encontro com representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e com presidentes de confederações esportivas. A intenção é interagir e ficar mais próximo. Daqui a um ano vamos ter nosso evento máximo e acho que o apoio do governo federal e do COB aos atletas é essencial nisso", disse Emanuel Rego, titular da Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério da Cidadania, que acompanha o ministro Osmar Terra na viagem a Lima.
A agenda do ministro e do secretário inclui, além da Cerimônia de Abertura dos Jogos Pan-Americanos, um momento de encontro com atletas da delegação nacional. "É importante saber quais são as demandas deles, ver direitinho o que estão precisando na preparação para as grandes competições. Claro que eles estão lá num instante de foco, mas também dá para ouvir e entender o que eles precisam para ver como podemos atender essas necessidades", completou Emanuel.
Os Jogos
A Cerimônia de Abertura será nesta sexta, 26.07, no Estádio Nacional de Lima, a partir das 21h (de Brasília). Os Jogos Pan-Americanos de Lima reúnem quase sete mil atletas de 41 países, na disputa de 39 esportes em 61 modalidades. São mais de 400 provas em 20 arenas divididas em cinco grandes complexos esportivos. Em 22 modalidades, o megaevento continental vale vaga direta ou conta pontos na disputa por um lugar nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.
A delegação brasileira vai disputar a competição em 49 modalidades. O objetivo principal do Comitê Olímpico do Brasil é classificar o maior número de atletas e esportes para as Olimpíadas do Japão e melhorar o desempenho esportivo em relação às edições anteriores do Pan.
Nos Jogos de Toronto, no Canadá, em 2015, a equipe brasileira subiu ao pódio 141 vezes, com a conquista de 42 medalhas de ouro. Até hoje, a melhor participação nacional foi em casa, no Rio 2007, quando o Brasil faturou 157 medalhas, 52 de ouro. Desde então, o país figura sempre na terceira colocação do quadro geral de medalhas, atrás de Estados Unidos e Canadá.
Gustavo Cunha e Jéssica Barz - rededoesporte.gov.br
COB reforça objetivos do Brasil nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019
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- Publicado em Quinta, 25 Julho 2019 16:51
Durante encontro com jornalistas nesta quinta-feira (25.07) em Lima, no Peru, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) reafirmou as metas da delegação durante os Jogos Pan-Americanos. O objetivo principal é que, entre as 22 modalidades que distribuirão vagas ou pontos no ranking para Tóquio 2020, o Brasil consiga assegurar o maior número possível de classificados para os Jogos Olímpicos. Além disso, os 485 representantes nacionais terão a incumbência de melhorar a participação do país em relação às edições anteriores do Pan.
Em Toronto 2015, a equipe brasileira subiu ao pódio 141 vezes, com a conquista de 42 medalhas de ouro. Até hoje, a melhor participação do país foi em casa, no Rio 2007, quando o Brasil faturou 157 medalhas, sendo 52 de ouro. Desde então, figura sempre na terceira colocação do quadro geral de medalhas.
» Acompanhe a cobertura completa dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 na Rede do Esporte
“Nossas expectativas são boas em relação a uma boa participação do Brasil na competição. Temos nossos adversários tradicionais, como Estados Unidos, Cuba, Canadá, México e Argentina. A Colômbia também vem crescendo. Entendemos que será uma edição de Pan com nível técnico bastante elevado. Isso é interessante para, em ano pré-olímpico e de calendário apertado de competições, avaliarmos nosso nível técnico”, ponderou Jorge Bichara, diretor de esportes do COB e vice-chefe da missão brasileira no Peru.
A evolução colombiana no torneio continental é vista com atenção. Em Santo Domingo 2003, o país levou 43 medalhas, sendo 11 de ouro. Quatro anos depois, ampliou as conquistas para 47 no total e 14 douradas. Já em Guadalajara 2011, o salto foi ainda mais significativo: 84 pódios, sendo 24 ouros. Na edição passada, em Toronto, a Colômbia chegou pela primeira vez ao Top 5 do quadro geral, somando 27 medalhas de ouro entre as 72 conquistadas. “A nossa briga fica do segundo ao quarto lugar, com ressalva ao crescimento da Colômbia”, confirmou o chefe da missão Marco La Porta.
O dirigente destacou ainda as condições oferecidas para favorecer o desempenho dos brasileiros. “A estrutura está muito bem montada para dar a possiblidade ao atleta de ter o maior apoio possível para se preocupar só com a performance”, ressaltou. “Nosso primeiro objetivo em Lima é a classificação para Tóquio. Os Jogos Olímpicos são o principal evento do calendário. Queremos o maior número possível de vagas. Sabemos que em algumas modalidades conseguimos essas classificações no Pan”, comentou.
“O segundo objetivo é perceber a evolução dos resultados. Algumas modalidades ainda não têm a realidade de disputar medalhas olímpicas. Aqui é a chance de mostrar que o trabalho está evoluindo para que um dia possa chegar a uma medalha nos Jogos Olímpicos”, acrescentou Marco La Porta.
O COB destacou ainda a intenção de oferecer a experiência em um evento multiesportivo aos atletas, sobretudo aos de modalidades recém ingressadas no programa dos Jogos Olímpicos. “O Brasil carrega um conceito na formação da equipe trazendo ao Pan todos os atletas que obtiveram condições de participação, que foram elegíveis. Não existe processo seletivo em cima dos atletas já classificados, independentemente do potencial de alcance de medalha ou não”, ponderou. Para os dirigentes, a vivência da competição pode preparar os novos atletas para edições olímpicas.
Dos 485 brasileiros em Lima, 249 são homens (51,34%) e 236, mulheres (48,66%), o que reforça a busca pela igualdade de gênero nos eventos. A comissão técnica acredita ainda que o país conquiste mais medalhas na segunda semana dos Jogos Pan-Americanos, quando haverá a disputa de 36 modalidades, 10 a mais do que na semana inicial.
Investimento federal Entre os brasileiros inscritos no Pan, mais de 300 são contemplados pelo programa Bolsa Atleta do governo federal. O investimento é de R$ 14,6 milhões ao ano. Em termos percentuais, 70% dos atletas de modalidades que atualmente figuram no programa dos Jogos Olímpicos recebem o incentivo da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania.
Galeria de fotos (disponíveis em alta resolução; uso editorial gratuito)
Ana Cláudia Felizola e Breno Barros, de Lima, no Peru – rededoesporte.gov.br
Secretário Washington Cerqueira e deputada Bia Kicis discutem contratação de recursos humanos para programas sociais
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- Publicado em Quinta, 25 Julho 2019 15:31
Novo marco regulatório do futebol começa a ser discutido na Secretaria Especial do Esporte
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- Publicado em Quinta, 25 Julho 2019 14:36